O primeiro casco foi virado para começar a laminação, enquanto a estrutura está leve, pois facilita manobrar em dois e antecipa a proteção da superficie, antes de continuar os trabalhos na parte interna. Após laminar, aplicar Galverette, o casco será desvirado e a partir daí, serão instalados os paineiros, será completada a altura do casco e em seguida, o fechamento do convés e construção da cabine. Enquanto isso, o segundo casco está recebendo os sarrafos de reforços internos e apoios para os paineiros.
sexta-feira, 31 de julho de 2009
O primeiro casco foi virado para começar a laminação, enquanto a estrutura está leve, pois facilita manobrar em dois e antecipa a proteção da superficie, antes de continuar os trabalhos na parte interna. Após laminar, aplicar Galverette, o casco será desvirado e a partir daí, serão instalados os paineiros, será completada a altura do casco e em seguida, o fechamento do convés e construção da cabine. Enquanto isso, o segundo casco está recebendo os sarrafos de reforços internos e apoios para os paineiros.
terça-feira, 28 de julho de 2009
Na ocasião experimentavamos reduzir o pano, embora não fosse necessário. O Tiki 26 requer a primeira forra de rizo bem acima de 25 nós de vento real e estavamos a uns 18 nós de vento, mantendo uns 8 nós de velocidade, com apenas um tormentin no lugar da mestra e a genoa 120%.
Nem todos os momentos da filmagem que foram editados por conveniencia e fora da ordem cronológica, apresentam ainda o vento forte. As tomadas externas aos cascos foram feitas com vento ainda fraco.
segunda-feira, 27 de julho de 2009

Logo após o batismo, verão passado, saimos para a primeira velejada, com seis pessoas a bordo. O grande espaço livre permite um imenso desfrute desses momentos. Na foto, da direita para a esquerda: um convidado, o Marcão (Tonho), o outro Marcão, meu parceiro de velejadas e de construção naval, e minha mulher (Gorete). Na proa, mais dois convidados e eu, saboreando um momento muito especial e sonhado.

O Paikea quando estava quase pronto para navegar, no espaço que está sendo utilizado atualmente, para construir mais um catamaran Tiki 26. A imensa área livre permite a montagem de uma barraca especial, que recobre e envolve tambem as duas cabines, formando um conjunto completamente abrigado e espaçoso. Essa área tem uns 30 metros quadrados, e permite pernoites confortáveis nos beliches internos e opcionalmente, um beliche de casal a ser montado no cockpit. Montamos a galley no casco de bombordo, com fogão de duas bocas, pia com água corrente (bombinha elétrica), paiol de mantimentos, mesa de preparos (desmontavel) e duas prateleiras para condimentos. A estabilidade do catamaran permite seu uso mesmo sob duras condições de vento e mar, e por não rolar, não derruba nada e não requer cardã no fogão. Os beliches tem 2,10m e as cabines comportam espaçosos paiois, permitindo longas viagens ou estadias prolongadas, embora não ostente muito espaço interno. Tenho procurado valorizar o que considero o verdadeiro conforto a bordo de um barco: estabilidade lateral, suavidade sem bater nas ondas, velocidade de singradura (um barco que come milhas em cruzeiro), ausencia de quilha e pouco calado permite acesso aos lugares mais bonitos e completa despreocupação quanto a encalhes. Estabilidade direcional e suavidade de leme, timoneando sem rolar, praticamente não cansa a tripulação, como permite sono reparador, sem necessidade de se amarrar ao beliche. A sensação de liberdade do amplo cockpit e a experiencia de colocar uma caneca de café ou uma gelada ao lado, sem derramar o conteúdo, passa a adquirir crescente importancia à medida da passagem das horas navegando.

Perfil harmonioso do Tiki 26 e a facilidade de encostar diretamente na praia. A ausencia de retranca permite um grande conforto e para rizar a vela, até velejando na empopada, uma condição impraticavel em barcos monocasco.
Com um mastro menor do que o comprimento do barco, permite velejadas acima de doze nós e grande estabilidade, com o centro de gravidade abaixo de dois metros.
Conferindo alinhamento das mamparas frontais, que devem coincidir com o apoio dos sarrafos de reforço do convés, nos encaixes da proa.
A construção do Tiki 26 segue rigorosamente indicações milimétricas que precisam ser respeitadas. A simplicidade da técnica de construção requer grande atenção ao riscar cada componente, e posteriormente ajustar cada coisa em seu lugar.
domingo, 26 de julho de 2009
Catamarans polinesios
No momento estamos construindo um Tiki 26, que é o terceiro barco a ser construido aqui.
Estamos localizados em Florianópolis, ao norte da Ilha de Santa Catarina.